Copa do mundo e a influência na moda
Por Daniel Keller
danielgkeller@gmail.com
Passado o jogo entre Brasil e Portugal é possível perceber a grande empatia que as duas torcidas tinham entre si, mesmo se tratando de países adversários. Coincidência ou não, o empate veio a manter a paz entre os dois países.

Prédio em Lisboa - Fotógrafo Vitor Pereira/G1
Toda esta mistura cultural faz com que os comportamentos, bem como, a forma de se vestir, sejam influenciados de maneira a nos reportar às questões étnicas. Assim, o étnico se confirma como tendência para o final do inverno 2010 e, muito provavelmente, estará presente no verão que segue. Esta tendência foi percebida em desfiles e produtos de diversas marcas.
Algumas marcas estiveram trabalhando com as figurações mais rápidas, através da ilustração de cores e bandeiras de países como pode ser visto na imagem a seguir.

Esmaltes Ana Hickmann, camiseta Elian e sapatos Impec
Outras marcas beberam na fonte das étnicas de maneira mais subjetiva e menos figurativa, como o brasileiro Alexandre Herchcovitch em seu desfile para o inverno 2010 que faz uso do tricô, os elos nos acessórios (que também aparecem em tamanhos maxi). As criações de Herchcovitch se inspiraram na cultura e características do leste europeu.

Alexandre Herchcovitch para inverno 2010
Para o verão, as marcas Amapo e Movimento se inspiraram nas questões étnicas, principalmente, que lembram os cenários de florestas e safáris africanos, através das cores, formas, tipos de acessórios.

Marcas Amapo e Movimento para o verão 2010/2011
As inspirações nas savanas, tribos e etnias não ficam somente nas roupas, mas também aparecem nas maquiagens e cabelos, principalmente, quando começarem a se aproximar os dias mais quentes. A partir daí, sugere-se o uso das tranças, as maquiagens que lembram índios e tribos africanas.

Tranças e make étnicas para o final do inverno e verão 2010/2011
A idéia é brincar com as etnias, regiões, países, inspirando-se no que há de mais legal e fazer uso do bom-senso para representar o maior número de tribos e costumes ao mesmo tempo. O legal é reinventar e buscar representar o que anda acontecido nesse mundo tão sem territórios.
danielgkeller@gmail.com
Passado o jogo entre Brasil e Portugal é possível perceber a grande empatia que as duas torcidas tinham entre si, mesmo se tratando de países adversários. Coincidência ou não, o empate veio a manter a paz entre os dois países.

Prédio em Lisboa - Fotógrafo Vitor Pereira/G1
Toda esta mistura cultural faz com que os comportamentos, bem como, a forma de se vestir, sejam influenciados de maneira a nos reportar às questões étnicas. Assim, o étnico se confirma como tendência para o final do inverno 2010 e, muito provavelmente, estará presente no verão que segue. Esta tendência foi percebida em desfiles e produtos de diversas marcas.
Algumas marcas estiveram trabalhando com as figurações mais rápidas, através da ilustração de cores e bandeiras de países como pode ser visto na imagem a seguir.

Esmaltes Ana Hickmann, camiseta Elian e sapatos Impec
Outras marcas beberam na fonte das étnicas de maneira mais subjetiva e menos figurativa, como o brasileiro Alexandre Herchcovitch em seu desfile para o inverno 2010 que faz uso do tricô, os elos nos acessórios (que também aparecem em tamanhos maxi). As criações de Herchcovitch se inspiraram na cultura e características do leste europeu.

Alexandre Herchcovitch para inverno 2010
Para o verão, as marcas Amapo e Movimento se inspiraram nas questões étnicas, principalmente, que lembram os cenários de florestas e safáris africanos, através das cores, formas, tipos de acessórios.

Marcas Amapo e Movimento para o verão 2010/2011
As inspirações nas savanas, tribos e etnias não ficam somente nas roupas, mas também aparecem nas maquiagens e cabelos, principalmente, quando começarem a se aproximar os dias mais quentes. A partir daí, sugere-se o uso das tranças, as maquiagens que lembram índios e tribos africanas.

Tranças e make étnicas para o final do inverno e verão 2010/2011
A idéia é brincar com as etnias, regiões, países, inspirando-se no que há de mais legal e fazer uso do bom-senso para representar o maior número de tribos e costumes ao mesmo tempo. O legal é reinventar e buscar representar o que anda acontecido nesse mundo tão sem territórios.











